por Fabíola Lago, editora do blog do Monster - www.empregoecarreira.com.
Estamos quase no final de outubro e ainda recebemos vários
releases de diversas empresas divulgando seus programas de trainees.
Prazos estendidos para inscrição, publicidades caríssimas no rádio ou
revistas prestigiadas como Exame e Você SA, além de blogs especializados
para jovens profissionais. Também são diversos segmentos a procura de
jovens talentos, desde a indústria de bebida, varejo, óleo e gás e
por aí vai. A procura e o alto investimento tem sentido, uma vez que a
escassez de talentos é um dos maiores gargalos para expandir em uma
economia aquecida. Além disso, os programas têm como finalidade criar
líderes afinados com a cultura da empresa.
O que tem mudado, além de prazos de inscrições mais generosos, são também os perfis dos recém-formados para conquistar um posto de desejo entre os universitários. Se antes o inglês fluente e a formação em Administração e Engenharia era praxe, os recrutadores estão não só mais flexíveis, como convencidos de que a diversidade de formações e as competências são bem vindas e contribuem fortemente com a inovação. E o inglês pode ser adquirido depois. Simples assim. O importante são as competências.
Segundo a excelente reportagem especial sobre trainees da Exame, já estão nesse barco organizações de porte como a L’Oreal, Natura, Unilever, Souza Cruz e Magazine Luíza, entre outras. Pode até ser que você seja de marketing e vá trabalhar na área de Logística. O compromisso passou a ser um requisito mais valioso para vencer os altos índices de turnover no final do programa. Com menos pedigree, mas com muito mais raça, as chances aumentam para todos que almejam uma experiência vantajosa como passar pelo programas de trainees. Se você imaginava estar sem chance diante de concorrentes “tradicionais”, arregace as mangas e vá à luta.
O que tem mudado, além de prazos de inscrições mais generosos, são também os perfis dos recém-formados para conquistar um posto de desejo entre os universitários. Se antes o inglês fluente e a formação em Administração e Engenharia era praxe, os recrutadores estão não só mais flexíveis, como convencidos de que a diversidade de formações e as competências são bem vindas e contribuem fortemente com a inovação. E o inglês pode ser adquirido depois. Simples assim. O importante são as competências.
Segundo a excelente reportagem especial sobre trainees da Exame, já estão nesse barco organizações de porte como a L’Oreal, Natura, Unilever, Souza Cruz e Magazine Luíza, entre outras. Pode até ser que você seja de marketing e vá trabalhar na área de Logística. O compromisso passou a ser um requisito mais valioso para vencer os altos índices de turnover no final do programa. Com menos pedigree, mas com muito mais raça, as chances aumentam para todos que almejam uma experiência vantajosa como passar pelo programas de trainees. Se você imaginava estar sem chance diante de concorrentes “tradicionais”, arregace as mangas e vá à luta.
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